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sábado, 29 de outubro de 2016

Eu, eu mesma e as minhas hostkids!

E hoje eu decidi falar deles, porque nenhuma viagem, compra, curso ou experiência foi melhor ou mais especial do que a oportunidade de viver e conviver com os meus tesouros.
Sempre prezei pela privacidade da minha hostfamily e não pretendo fazer diferente agora, porém, não acho justo com vocês deixar de compartilhar um pouco da minha rotina e dos meus 18 meses com as hostkids.
Cuidei de dois meninos, na realidade, dois bebês. Com a família do hosto de origem asiática, os meus pequenininhos têm os olhinhos puxados, o que faz deles dois ainda mais gostosos e lindos, na minha humilde opinião.
Quando cheguei lá o mais novo tinha 4 meses e o mais velho 2 anos (reparem a diferença de tamanho deles entre as fotos). Isso mesmo, dois bebês, como comentei anteriormente. E o fato de eles serem pequenos foi um fator positivo em diversos aspectos.
Eu sempre gostei e tive mais facilidade com crianças pequenas, já que a personalidade ainda está em formação e, na maioria dos casos, são mais fáceis de lidar. Também gostava muito da rotina, pois, já que eles não frequentavam a escola, eu trabalhava bastante durante a semana enquanto os pais trabalhavam e nunca sobravam horas para trabalhar aos finais de semana, nunca mesmo!
A minha rotina é quase sempre a mesma. Eu acordava cedo e logo pela manhã o mais novo acordava. Essa primeira hora do dia eu ficava só com o pequeno, dava a primeira mamadeira do dia, trocava a fralda e a roupinha dele, se fosse dia de laundry (que eu fazia dia sim e dia não) eu tirava a roupa de cama dele e brincava com ele até que fosse hora de acordar o maior, ou até que o mesmo acordasse.
Quando o mais velho acordava eu fazia basicamente a mesma coisa que fazia com o pequeno, dava o leite para ele e o trocava. A laundry era no andar superior, então eu aproveitava que estava no quarto dele (que era no mesmo andar) e já iniciava a lavação de roupa logo cedo.
Se eu fosse sair com eles para algum parque, passeio ou algo do gênero, já aproveitava para pegar uma jaqueta, meias e troca de roupas para deixar na mochila. Como os meninos não tinham muitas atividades (nenhuma, na verdade), eu procurava sair com eles todos os dias, cada dia para um lugar.
Logo em seguida eu descia com eles e servia o café da manhã, que era: cereal, waffle + applesauce, oatmeal com frutas, sanduíche de peanutbutter, torrada com manteiga ou panquecas. E, dependendo de onde iríamos, saíamos logo depois do café da manhã.
Às vezes almoçávamos na rua, ou em algum restaurante/lanchonete ou eu levava uma marmitinha, já que almoço americano é quase sempre um sanduba. Caso contrário, voltávamos para casa no horário do almoço e, depois do almoço, a hora mais feliz: SONECA.
Os meninos dormiam cerca de 2 horas, e enquanto eles tiravam a nap deles eu finalizava a laundry, lavava as mamadeiras, fazia comidinha de bebê, limpava o banheiro deles, organizava o playroom, almoçava... Enfim, dava uma geral em tudo.
Quando eles acordavam já era quase a hora dos meus hosts voltarem para casa, então eu dava um lanchinho para eles, geralmente uma fruta, brincávamos um pouco, geralmente líamos livros juntos, ou eu colocava música para eles dançarem, ou fazíamos pinturas e desenhos... Coisas do gênero, até que eu ficasse off.
As vezes acontecia de os hosts se atrasarem ou algum deles ter uma viagem a trabalho, quando isso acontecia a rotina mudava um pouco, mas no geral, era assim.

Agora eu vou falar um pouquinho de cada um e, com isso, tentar matar um pouquinho dessa saudade que bateu em mim nos últimos dias.
O mais velho é uma das crianças mais espertas que eu já conheci na vida, e por ser bem mais alto que as crianças de sua idade, se perdia no meio dos mais velhos. Quando cheguei ele ainda não falava e foi uma delícia ensinar e ver o quanto ele evoluía a cada dia, aprendendo desde todas as cores, até o nome de todos os dinossauros.
Também tive o prazer de assistir a evolução dele da mamadeira para o copo, das fraldas para a cueca e aprendendo a comer sozinho.
Por ter ganhado um irmão aos 2 anos de idade, ele sempre demonstrou certa carência, que era saciada com o mínimo. Sempre que eu podia, colocava o bebê para dormir 30 minutinhos antes dele só para passar um tempinho dando atenção só para ele. E quando íamos sair, eu sempre perguntava onde ele queria ir, ou o que queria comer, nas horas das refeições.
A personalidade dele é incrível! O animal favorito dele é porco, as cores favoritas são laranja e vermelho. Fascinado pelo pai, ele se apaixona POR TUDO que o pai apresenta. Adora Michael Jackson e Bruno Mars, camarão, frutas, bexigas, Tartarugas Ninjas, gelatina, Super-Heróis, macarrão, tratores e caminhões, Vila Sésamo, dinossauros, Disneyland e Star Wars.
Fácil de lidar, basta falar um vez e com firmeza que ele ouve. É o típico irmão mais velho protetor e adora "se gabar" da família e vida que tem para os amiguinhos. Seus brinquedos favoritos são livros e seu maior sonho, de acordo com o próprio, é aprender a ler. Por não assistir muita televisão, sua imaginação é 90% feitas das histórias que os pais contam para ele antes de dormir. Quer conquista-lo? Deixe-o sente no seu colo e leia com ele. Mas cuidado! A esperteza dele pode ser ainda mais surpreendente do que você imagina, e a memória é sem limites. Medir as palavras e os comentários é de extrema importância perto desse pequeno-grande tesouro asiático, o qual eu sempre chamei de Sweetie.

O pequeno é o bebê mais sorridente e gordinho que esse mundo já viu. Por ter pego ele desde muito pequeno, praticamente toda a evolução dele foi assistida e acompanhada por mim. Engatinhou, andou, falou, comeu, desenhou... Tudo pelo primeira vez, e eu tive o prazer de presenciar.
Ao contrário do mais velho, nunca senti carência por parte dele. Pelo contrário, ele sempre foi muito independente e passava longos minutos brincando sozinho. Porém, disparadamente falando, ele sempre foi muito mais carinhoso, beijoqueiro e sem timidez alguma na hora de dar um abraço apertado.
Um bebê que sempre teve um personalidade bem forte e nunca suportou ouvir um não, ele é extremamente encantado e apaixonado pelo irmão mais velho, e o mesmo abuuuuuusa e usa disso, dupla dinâmica!
Mesmo gordinho, ele é bem chatinho para comer e só gosta do que mais engorda. Em compensação, qualquer brinquedo o diverte. Ele é apaixonado por animais, literalmente. Não pode ver um cachorrinho na rua que já quer se aproximar.
Sempre que o levava ao zoológico ou aquário, me deliciava ao vê-lo apreciar a beleza da natureza com tanto amor.
Destemido e corajoso, ele tem o dom de se machucar e bater a cabeça. Mal tinha aprendido a andar e já se achava no direito de correr para cima e para baixo. E no playground? Não tem para ninguém, ele vai em tudo e se bobear, te deixa cansado.
Amo os dois sem distinção, mas voltar para casa depois de uma viagem ou um final de semana longe e ser recebida por esse gordinho não tinha preço. Ele SEMPRE corria para os meu braços com a maior sinceridade possível.
Ele é apaixonado pela Vila Sésamo e seus Elmo e Cookie Monster de pelúcia são seus melhores amigos. Gosta de azul e amarelo e já escolhe a roupa que quer usar desde 1,5 anos. É atração em qualquer lugar que vai e arranca sorrisos de qualquer um.
Quer conquista-lo? Faça o rir. Deixe que ele te conquiste e você será conquistado. Ou vá até o mais velho, conquistando o ídolo dele, ele já estará conquistado também.

E aí está um pouquinho da minha rotina e dos meus tesouros. As pedras mais preciosas que Deus poderia ter me dado, sem sombra de dúvidas. E que mudaram a minha vida de uma forma que eu jamais será capaz de agradecer. <3

sábado, 12 de setembro de 2015

Dicas para escolher a HostFamily

Tenho avaliado muito a minha situação como Au Pair nos últimos dias por conta das minhas dúvidas com relação a extensão do programa que achei válido dar umas dicas para quem está ainda no Brasil (ou em processo de extensão com outra família) em busca da família perfeita. Primeiro tire da sua cabeça essa ideia porque família perfeita não existe, o que existe é uma organização de ideias e muita conversa para que você encontra uma QUASE perfeita.
Antes de soltar aqui qualquer dica prática sobre esse assunto, vamos falar sobre o tal do "feeling". E a minha experiência com ele foi nula, porque eu não tive feeling NENHUM com a minha atual hostfamily. O resultado disso? Não poderia estar em uma família melhor. Ou seja, vai saber se esse feeling aí é mesmo necessário né? Tantas Au Pairs por aí que tiveram AQUELE feeling e se deram mal não é mesmo?
Outra coisa que deve estar extremamente clara na sua mente são os seus objetivos aqui nos EUA (ou para onde você está indo como Au Pair). Por exemplo, se o seu foco é viajar muito, busque uma família que te oferecerá finais de semana off. Se o seu foco são as compras, veja um família que não mora em um lugar muito caro. Se o seu foco são os estudos, daí tem que avaliar o seu schedule e a localização, por exemplo. E por aí vai...
Esclarecendo isso, vamos a lista de coisas que acho de extrema importância na hora de se escolher uma família, PORQUE NÃO, não é só a família que tem que escolher a Au Pair não, nós também temos que escolher MUITO BEM onde vamos nos meter durante o nosso próximo ano.

1) PRIVACIDADE
Coloquei como primeiro item porque é a única coisa que me incomoda aqui na família que eu moro. Meu quaro é no mesmo andar do quarto de todo mundo e o banheiro também, e eu simplesmente daria TUDO para ter o meu quarto num basement. Se eu fosse estender com outra família, isso seria uma exigência.
As casas aqui não são de alvenaria, e dá para ouvir tudo de todo lugar. Então eu não posso assistir uma televisão a noite se o pessoal estiver dormindo, a mesma coisa sobre tomar banho, e isso é um saco, me incomoda DEMAIS essa falta de privacidade.

2) TRANSPORTE
Isso é muito importante, de verdade. Se eles vão te disponibilizar o carro, esclareça antes do match todas as regras que o carro terá: Pode usar no tempo off? Pode dar carona? Que distância posso ir com o carro? É só pra mim? Vou poder pegar logo que chegar ou só depois que tirar a DL? Pergunte tudo para não ter problemas futuros.
Se o carro não estiver incluso no pacote, pode ser que seja o fim do mundo ou pode ser que não, se informe. Saiba como é o transporte público, veja se a casa é perto de alguma estação, procure por alguma outra Au Pair que more na região, explore bastante. Eu, por exemplo, não seria NADA sem um carro aqui onde eu moro, e moro entre Los Angeles e San Diego, duas grandes metrópoles dos EUA, vai entender. Um trem, ida e volta, daqui para San Diego custa quase 60 dólares, da pra imaginar isso? Pois é.

3) LOCALIZAÇÃO
Ilusão, esse papo de localização é ilusão. Eu achei que aqui onde eu moro fosse super badalado e tal, e não é. Então é aquilo, pesquise. E como falei no começo do post, pense em quais objetivos você tem para o seu intercâmbio e, a partir disso, reflita se a localização fará diferença. Eu moro num lugar caro, então para compras e sei lá, para comer fora, fica salgadinho, a gasolina aqui é o dobro do que as minhas amigas pagam em New Jersey, só para vocês terem ideia. Em compensação, eu moro num lugar coberto por universidades incríveis e a partir disso eu estou conseguindo fazer uma especialização na minha área.
Confesso estar sentindo falta daquela barulheira e bagunça da minha São Paulo, eu gosto de pegar metrô e ir para onde eu quiser de transporte público, e isso só seria possível aqui se eu morasse, literalmente, em alguma das metrópoles.

4) FINAIS DE SEMANA
Para mim? Crucial. Não abriria mão dos meus finais de semana offs POR NADA. Mas também tenho muitas amigas que tem bastante tempo off durante a semana e também não abririam mão disso, então vai de pessoa para pessoa. Fato é que, pelo contrato da agência, a família é obrigada a te disponibilizar um final de semana inteiro livre por mês, e acho que dentro disso dá para programar as famosas "viagens de final de semana". 
Geralmente que cuida de baby trabalha full time durante a semana e tem os finasi de semana off, já quem cuida de crianças mais velhas e que vão para a escola, não trabalham as 45 horas de segunda a sexta e precisam completar as horas nos finais de semana. Então isso de ter todos os finais de semana off é relativo e depende muito dos seus objetivos, mas tenha isso claro na hora das entrevistas para não cair em nenhuma furada.

5) SCHEDULE/CURFEW
O schedule é a mesma coisa dos finais de semana, relativo. Eu adoro ter um schedule fixo e acho que isso geraria muito conflito entre mim e a minha hostfamily. Tenho amigas que recebem schedules domingo a noite para a semana que está começando e é sempre muio diferente da outra semana, sério, não consigo me imaginar lidando com isso.
Eu não tenho tempo para NADA durante a semana, é aquela rotina de acordar de manhã cedinho para trabalhar e só parar no final da tarde, e de quebra tenho faculdade a noite, então é como eu falei, depende muito do que você está buscando, mas deve ser conversado antes para não chegar aqui e ser surpreendida.
Já sobre curfew, temos que ter bom senso. Eu não tenho curfew, mas nunca chegaria de madrugada horas antes de começar a trabalhar em casa, sei lá, bom senso né? Mas conheço Au Pairs que tem, inclusive quando estão off, então se informe sobre isso porque nunca se sabe o que se passa pela cabeça dos seus futuros hostparents né?

6) CRIANÇAS
Gente, não adianta não gostar de baby e achar um saco ficar com criança que não fala, não interage, não brinca, faz xixi e coco nas fraldas e acabar indo para uma hostfamily com baby e achar que vai aprender a gostar. Da mesma forma que eu me conheço o suficiente para saber que não tenho maturidade e paciência para cuidar de teenager de jeito nenhum.
Outro fator é a quantidade, 1, 2, 3, 4... 5 crianças, te imponha um limite, pense até onde você é capaz, não tente achar que você é a Mulher Maravilha ou o Superman. Então é basicamente assim que funciona, não saia aceitando qualquer família, com qualquer idade ou quantidade de crianças só para ter o match rápido, isso é furada e muito provavelmente te gerará diversos problemas futuros e dores de cabeça.

7) HOSTPARENTS EM CASA
Cara, isso é tenso. Poucas vezes em que a minha fofa ficou em casa eu pude sentir um desconforto absurdo, não consigo imaginar Au Pairs em que eles ficam em casa todos os dias, e pior é que eu quase fechei com uma família nesse estilo, obrigada meu Deus.
Na maioria dos casos que conheço de Au Pair que tem que conviver com hostparents em casa a reclamação é constante, mas toda regra tem exceções, então novamente, depende do que você está buscando. Uma coisa eu posso garantir: 99% das crianças ficam muito mais mal criadas quando os pais estão por perto.

8) CULTURA
Eu coloquei esse tópico pois aqui nos Estados Unidos existe uma grande variedade cultural: Judeus, Indianos, Asiáticos, Mexicanos... De tudo um pouco, até brasileiros. Mas sabe que eu aceitaria ir para uma família onde pai ou mãe é brasileiro...
Enfim, eu neguei um match pelo fato de a família ser judia, e não por eu ter preconceito, mas porque um dos motivos de eu estar vindo morar fora é conhecer mais sobre a cultura, e a cultura judaica é diferente, inclusive os feriados e a alimentação. Então esse é um fator que deve ser levado em consideração, caso você também tenha esse pensamento que eu tive. Meu hostdad é descendente de coreano e aqui em casa não podemos usar sapatos, por exemplo. Então a diversidade cultural é algo que tem que ser conversado também.

E é isso galera, com certeza existem muitos outros fatores passando pela cabecinha de vocês nesse momento, mas acho que consegui trazer os mais gerais. Espero que as dicas tenham ajudado e que isso tenha TIRADO DE UMA VEZ POR TODAS da cabecinha de vocês a ideia de quem apenas a hostfamily que escolhe a Au Pair, não, você deve escolher SIM, e escolher MUITO BEM. Nós já estamos saindo da nossa zona de conforto, já não vai ser fácil por si só, então vamos tentar facilitar ao máximo né?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cursos de babá...

Bom, por mais incorreto que pareça ser, muitas meninas se inscrevem no programa para ser Au Pair sem ter, na realidade, nenhuma experiência com crianças. Mas, a dica que venho dar não é só para quem não tem experiência, e sim para quem se interessa.
Eu sempre acreditei que conhecimento NUNCA é de mais, e que sempre, sempre mesmo, vamos aprender, pelo menos, uma coisinha que não sabíamos.
Vou dar dica de dois cursos para babá/berçarista, porém ambos são de São Paulo, pois é onde eu moro. Eu não fiz nenhum dos dois cursos, então não farei nenhum comentário pessoal sobre eles. Acredito que tenham vários outros, não só em São Paulo, mas em todos os estados do Brasil, basta dar um procurada né?
O primeiro é oferecido pela Cruz Vermelha, e já vi Au Pairs que o fizeram e recomendam. O valor é um pouquinho alto pela quantidade baixa de horas que tem o curso, mas acredito que mesmo assim valha a pena e seria o que eu optaria por fazer se tivesse condições.

Onde: Cruz Vermelha Brasileira
Duração: 45 ou 48 horas de curso
Quando: Início de turmas todos os meses
Valor: de R$380,00 à R$400,00 com o material incluso
Telefone: (11) 5908-9843 – 5908-9847 – 5908-9848

O outro que eu vi indicações e inclusive entrei em contato é o curso oferecido pelo Colégio Albert Eistein. Ele tem menor duração e parece ser bem mais básico que o outro, em compensação o valor é muito mais acessível. Também vi indicação de outras Au Pairs que fizeram, e, caso dê tempo (já que o outro curso me tomaria muitas horas), talvez eu faça esse.

Onde: Colégio Albert Eistein
Duração: 12 horas de curso
Quando: Geralmente quando forma um nova turma, mas costuma ter início de turmas todos os meses também
Valor: apenas o material, no valor de R$60,00 (no site está desatualizado)
Telefone: (11) 5668-1500

Espero que as dicas sejam úteis, pelo menos para as paulistanas. Quem puder, faça! Como eu disse, conhecimento NUNCA é demais e sempre nos agregará algo!


terça-feira, 20 de maio de 2014

Brincadeiras dentro de casa...

Enquanto a minha espera por ficar online não é suprida eu continuo buscando posts úteis, tanto para mim, quanto para outras au pairs. 
Snacks, desserts and games são coisas que uma hora enjoam, então sempre que eu tiver ideias de brincadeiras e comidinhas fáceis, vou compartilhar. Neste post, por exemplo, separei algumas ideias de games para serem feitos em dias de neve e/ou chuva, ou seja, inside house.

Cinema em casa
Simples, fácil e ainda te renderá cerca de duas horas de sossego. Pode-se alugar um DVD ou simplesmente utilizar o netflix. Faça com que as próprias kids escolham o desenho/filme e cuide apenas da pipoca. Se é uma atividade gostosa até para nós imagine para eles.

Fantasias
Também é simples e consegue ocupar bastante tempo. Que tal pegar acessórios como capas, coroas, óculos e até maquiagem para passar uma tarde divertida provando vários looks e tirando várias fotos com as kids. Não tem criança que não goste, principalmente se vocês deixá-las te produzir e maquiar.

Exposição de arte
Essa atividade também é uma delícia, principalmente porque ela pode durar dias! Tenha tintas, canetinhas, folhas de canson, cartolinas, ou até mesmo telas de pintura e deixe a imaginação das kids fluir. Combine com elas uma exposição de arte daqui, por exemplo, 15 dias. Assim, a criança pode fazer um desenho por dia e no final vocês montam a exposição para os hosts.

Continue a história
Essa explora a criatividade, imaginação e ainda gera inúmeras risadas. Pegue uma caixa e coloque vários objetos dentro dela, comece com "Era uma vez..." e deixe que os objetos dentro da caixa e que a imaginação das kids continue a história.

Cuidar da plantinha
Isso é uma dia para todas as au pairs, afinal, quem aqui nunca plantou um feijão no algodão? Pois bem, compre um vasinho para você e outro para a sua kid, um pouquinho de terra e plante feijões! Explique que ela terá que cuidar todos os dias da plantinha e comece uma competição de qual ficará mais bonita no final.

Eu sou assim
Essa atividade é mais bacana com kids pequenas e também explora bastante a criativade. Cole algumas cartolinas até que dê o tamanho de sua kid e outra com o seu tamanho também, afinal, temos que participar né? Peça que a kid deite em cima do papel e você fará o contorno do corpo dela e ela o mesmo com você. Depois disso? Bom, daí cada uma fará o seu próprio desenho e ainda terão que pintar a roupa de acordo com a que estão usando.

Acampamento
Quem nunca acampou dentro do próprio quarto? Pois bem, em resumo é isso. Conte histórias, monte a barraca, use lanternas e sacos de dormir. Faça parecer o mais real possível. A montagem do acampamento já levará algum tempo e depois ainda terão horas para se divertir lá.

Caça ao tesouro
Essa atividade pode ser feita dentro e fora de casa também. Faça cartões com dicas e espalhe por várias partes da casa, dê o primeiro para a criança e tenha nele descrito dicas para achar a próxima, e assim por diante, até chegar no tesouro. O tesouro pode ser algum doce, brinquedo, gibi, livro, anything...

Mosaico
Mosaico é algo que fica super bonito e ainda trabalhará a coordenação e a criatividade das kids (e sua também, porque irá fazer um junto com elas). É simples: papéis coloridos cortadinhos, cola e uma base para executar a colagem. Dá até para fazer em cartões, capas de cadernos e presentes para os hosts (basta colocar em um quadrinho). Fica bem legal!

Quem sou eu?
Nessa brincadeira, cada participante escreve o nome de um personagem de desenho animado ou pessoa famosa em um pedaço de papel e o entrega para a pessoa que estiver ao lado. Quem recebe o papel não pode olhar o que está escrito, ok? Cada um cola o papel na testa e o jogo começa! Ganha quem descobrir quem é o personagem que está no próprio papel. Para isso, cada um faz uma pergunta por rodada, que pode ser “Sou famoso?”, “Sou real?”, “Sou homem?”, mas a resposta pode ser apenas sim ou não. Quando alguém acertar, você pode mudar o tema e fazer a brincadeira outra vez. Eu já fiz no meu curso de inglês e demos altas risadas.

Piquenique dentro de casa
Assim como o acampamento, podemos fazer um piquenique. Separe uns snacks e bebidinhas, estenda uma toalha na sala e faça o café da tarde ser diferente e divertido. O bom desse tipo de atividade é que a criança irá te ajudar a preparar e arrumar depois.

Diário
Que tal preparar um diário para cada kid e até para você? Mesmo que a criança não saiba escrever ainda, combine que ela terá que fazer algum desenho diariamente que tenha relação com o que aconteceu naquele dia com ela. Se a kid já for mais velha a atividade também funciona sim. Será como um sketchbook onde ela poderá desenhar, fazer anotações, colar tickets, anything. O mais bacana é que até o próprio caderninho pode e deve ser produzido pelas kids.

Colorir
Existem vários motivos para convencermos as kids à pintar e desenhar. Podemos usar feriados e comemorações, por exemplo, aniversário. Fazer um cartão ou pintar um desenho para alguém que fará aniversário. Ou pode ser também um motivo para você contar alguma cultura do seu país, como a festa junina, por exemplo. Enquanto a criança vai pintando você conta como é essa festa. Mais um motivo é ligar o cineminha em casa com a pintura, como? Simples, se o filme foi o Rei Leão, imprima uns desenhos com relação ao Rei Leão. Como a criança vai estar com a história e os personagens fresquinhos, vai ser uma delícia.
Existem alguns sites para pegar desenhos prontos para imprimir, entre eles:

Existem outras atividades como stop, mímica, criação e apresentação de fantoches, massinha de modelar, forca, jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, dobradura e origami, ou até mesmo levar a sua kid para a cozinha e fazer brigadeiros, cookies, cupcakes, bolos, etc...
Dica: eu não sei onde vocês moram, mas aqui em São Paulo é muito fácil encontrar aqueles almanaques de atividades diversas e o preço é super acessível, vale a pena levar alguns e deixar dentro da mala e ir dando para as suas kids aos poucos. Ou colocar como prêmio do caça ao tesouro também, rs.
Ideias não faltam e a cabecinha deles também é um poço de imaginação, então, mão na massa" E se alguém tiver ideias diferentes e queira compartilhar, a vontade.